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Inovação social e filantropia: a jornada da Coalizão pelo Impacto no Brasil

Comunicar inovação é sempre difícil. 


 

Isso também vale para uma inovação social. Enquanto ela ocorre, muitas vezes não percebermos que se trata de algo socialmente inovador.


 

A Coalizão Pelo Impacto é isso: uma inovação social em andamento, genuinamente brasileira.

 

Ela inova no "porquê", no "o quê" é no "como".


 

Porquê


De forma genérica e não exaustiva, a filantropia pode atuar nos seguintes modelos:

 


(1) diretamente nos problemas públicos com objetivos imediatos a partir de necessidades urgentes;

 


(2) por intermédio de organizações e pautas que têm relação com problemas públicos, focando em desafios socioambientais nem sempre óbvios, com vistas a alcançar resultados estruturantes de médio/longo prazos; e

 

(3) no universo em que estão as pessoas, as organizações e os problemas públicos -- que aqui chamamos de ecossistema --, diagnosticando e fortalecendo as partes que compõem o todo para que mais e melhores organizações enfrentem os problemas que ali existem.

 


Por que a Coalizão de Impacto existe? Para favorecer o surgimento de mais e melhores negócios de impacto no Brasil, por meio do fortalecimento de seis ecossistemas de negócios de impacto: Porto Alegre/RS, Campinas/SP, Paranaguá/PR, Brasília/DF, Fortaleza/CE e Belém/PA (modelo 3).

 




O quê



A Coalizão pelo Impacto não entende ecossistema de uma maneira genérica e ampla, mas sim de forma concreta e bem delineada. Ecossistemas são diferentes e iguais ao mesmo tempo. Diferentes de acordo com o território que existem e iguais porque possuem as mesmas 8 dimensões.


 

Elas devem ser diagnosticadas, estimuladas e alavancadas de forma única e de acordo com cada contexto, seja a partir de boas práticas nacionais, seja a partir daquilo que emerge em âmbito local.


 

As dimensões dos ecossistemas de negócios de impacto são:


 

(1) organizações que apoiam empreendedores de impacto socioambiental;

(2) instituições de ensino superior na formação de capital humano para impacto;

(3) setor público e seus três poderes;

(4) setor privado, sejam grandes empresas ou pequenos empreendedores;

(5) organizações estruturantes, que conectam e articulam ecossistemas;

(6) a cultura empreendedora;

(7) fluxo de recursos financeiros;

(8) governança local dos principais atores.

 


 

Como



A Coalizão pelo Impacto é viabilizada por uma filantropia colaborativa, ousada, de confiança e longo prazo para os padrões nacionais. Seu horizonte é de cinco anos, no mínimo.


 

Correalizadores e parceiros estratégicos compartilham uma visão de futuro comum e constroem a sua execução, não somente via recursos financeiros, mas também com capital humano, intelectual, relacional, político e organizacional


 

 





 

2024 



Na semana passada, representantes dessas organizações e coordenadores locais das 6 cidades estiveram em Porto Alegre para direcionar as ações de 2024 -- o terceiro ano da coalizão.


 

Fomos recebidos no Tecnopuc (Parque Científico e Tecnológico da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), um dos parceiros da Coalizão em Porto Alegre. Lá estivemos imersos durante 2 dias explorando caminhos estratégicos e táticos para que a Coalizão alcance seus objetivos. Obrigado especial a #JorgeAudy e ANA LÚCIA SUÁREZ MACIEL por nos acolher com tanto cuidado.


 

No terceiro e último dia fomos conhecer o Instituto Caldeira e descobrir como suas ações conversam com a agenda de impacto. Um espaço surpreendente que além de outras virtudes ensina, de forma concreta, sobre colaboração radical entre grandes empresas, startups e o poder público. Cada cidade brasileira deveria ter um Caldeira para chamar de seu. Inspirador! Obrigado, Beatriz Johannpeter e Carolina Hermeling pela conexão.


 

Eu não fiquei para o #SouthSummit com os demais membros da delegação, pois tive que voltar para casa: minha filhota está com apenas 4 meses e precisamos de colaboração também na família.


 

Se sua organização está em uma das seis cidades e quer embarcar na Coalizão, acesse o site e tenha mais informações.


 

Mas se você não entendeu muito bem o que faz a Coalizão, a culpa é do autor -- e da inovação social.







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